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Até 3 anos de prisão para o proprietário de um pub, por ter em exposição 4 garrafas do Fuhrer Wine

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Estamos a falar do vinho Nazi, assim mesmo como escrevemos e mostramos. Eis então que o proprietário de um pub, na Baviera, enfrenta desta forma uma possível pena de prisão, pois é proibido na Alemanha e na Áustria mostrar em publico produtos com a simbologia ou fotografias Nazis, assim diz o artigo 86 da Constituição. É pois proibido expressamente o uso de símbolos associados a organizações inconstitucionais.

Um cliente avisou as autoridades, segundo conta um jornal local. A policia na sua investigação não encontrou vínculos do proprietário com a extrema direita, declarando este que as garrafas lhe tinham sido oferecidas e ele apenas as colocou em exposição, por mera curiosidade. Acontece que tal acto é punido com 3 anos de prisão.

O vinho em causa, produzido na Itália, faz parte de uma série histórica, produzida pela empresa Udine Vini Lunardelli. Segundo o site da empresa, a colecção é composta por 50 vinhos, em memória de algumas vidas e personagens célebres da história Italiana e do mundo. Estão incluídos  Winston Churchill, Karl Marx e Napoleão, Mussolini, etc.

Disponíveis online podemos encontrar um “Der Führer Vom Prosecco” por 9,90 €, um “Grappa Del Duce” por 12 € ou “Napoleone I” Pinot Grigio por 8,00 €.

A série é bastante popular entre os turistas, mas como se pode verificar, estão proibidos na Alemanha e Áustria, como já dissemos.

Syrah não encontrámos, por isso esta história de hoje acaba aqui!


 

Quinta do Gradil, Sociedade Vitivinícola, SA, 100% Syrah, Lisboa, 2015

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Aqui no Blogue do Syrah temos seguido com particular atenção este Syrah da Quinta do Gradil, que começou por ser uma “brincadeira” com o Syrah de 2012, do qual foram feitas unicamente 1000 garrafas (ver aqui o que queremos dizer com isto), continuou com o Syrah de 2013 que noticiamos aqui, e desde então passou a ser um caso sério feito já profissionalmente e com uma produção de 4200 garrafas e que foi considerado pelo Blogue do Syrah como o melhor Syrah do ano de 2015 na relação qualidade-preço. Na altura em Janeiro do presente ano dissemos o seguinte: “…decidimos atribuir uma medalha segundo o critério de relação qualidade-preço, ou seja, excelente classificação a preço convidativo, é ter muito por pouco. Eis pois este Quinta do Gradil, da região de Lisboa, expressivo, elegante e harmonioso, presente sempre que quisermos um Syrah de qualidade acima da média para uso diário!”

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E agora no presente ano temos a terceira colheita deste espectacular Syrah sempre em crescendo, tanto em qualidade como a nível de produção, nada mais nada menos do que…espantem-se, 37 000 garrafas!!
Podemos dizer desde já que nunca em Portugal numa única colheita se fez 37 000 garrafas dum monocasta Syrah! E isto deve ser realçado!

E quanto à qualidade o que é possível dizer desde já? Das três colheitas esta é inequivocamente a melhor! Mas como é um Syrah muito novo vai ter uma capacidade de evolução tremenda! Não é de ânimo leve que dizemos isto! Daqui a um ano voltaremos a falar deste Syrah da Quinta do Gradil 2015 e será muito provavelmente para alterar a classificação para cima.
Vamos ver se a razão está do nosso lado!

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Os enólogos falam-nos de “Um syrah muito expressivo, de cor retinta e aromas intensos de bagas do bosque, pontuados com notas químicas e um toque de mineralidade. Elegante na boca, revela harmonia entre a fruta e os taninos evidentes mas bem integrados, num conjunto enriquecido por 14 meses de estágio em barricas de carvalho francês. O seu final é prolongado e distinto.” Nada a dizer! E os citados são mais uma vez António Ventura e Vera Moreira. A graduação alcoólica é de 14% como aliás o anterior de 2013.

Dizia o escritor francês renascentista François Rabelais:
“Quando bebo, penso e quando penso, bebo!”
Ora aqui uma boa ideia para aplicar enquanto se degusta o Syrah da Quinta do Gradil, deste ano que vai ser mítico: 2015!

 

Classificação: 17/20                                                     Preço: 8,50€

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O Vinho contra a Depressão

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Mais uma vez, porque nunca é demais, falamos em breve nota sobre as propriedades benéficas do Syrah, e do vinho, para a saúde.

Mais um estudo, de que tivemos conhecimento, vem demonstrar que vinho pode ajudar no combate ao comportamento depressivo. O segredo está no famoso composto Resveratrol, já por nós abordado outras vezes.

O tão comentado Resveratrol, polifenol encontrado no vinho, que contém inúmeras propriedades benéficas já comprovadas para a saúde humana, como a acção anti-oxidante, é também um poderoso agente anti-inflamatório.

O estudo, realizado na Universidade da Carolina do Sul – Estados Unidos, aponta uma determinada inflamação no cérebro como uma das origens da depressão. Os pesquisadores  estudaram a utilização do Resveratrol, e a sua acção anti-inflamatória, no combate a essa doença psíquica, concluindo pela sua eficácia no tratamento, e mesmo prevenção.

Estrutura Química do Resveratrol

Os pesquisadores esperam que o seu estudo encoraje outros cientistas a fazer testes clínicos para testar a efectividade com mais rigor dos agentes anti-inflamatórios naturais, como o Resveratrol, contra a depressão!


 

O vinho biológico é melhor do que o vinho convencional?

Hoje vamos falar de vinho biológico. E isto porque podemos perguntar com toda a propriedade: o vinho orgânico, ou biológico, como se quiser, sabe melhor que o vinho convencional? O senso comum diria que não. A questão “biológica” continua associada a temas alternativos e minoritários, como uvas pisadas com pés insalubres e mosto que se torna esquisito na garrafa.

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Mas talvez se deva repensar esta imagem. Um estudo recente da UCLA, Estados Unidos, publicado no Journal of Wine Economics, conclui que o vinho biológico sabe melhor, tal como foi avaliado em pontuações por alguns especialistas e críticos de vinho. Os autores do artigo – Magali Delmas, Oivier Gergaud e Jinghui Lim – analisaram as classificações de mais de 74000 vinhos da Califórnia, de entre 1998 e 2009, publicados em 3 revista conceituadas: Wine Advocate, Wine Spectator e Wine Enthusiast, tudo gente de peso. E descobriram que a etiqueta “eco-certified”, biológico, diríamos em Portugal, se pontuou significativamente acima de outros vinhos, e que as respectivas análises usavam de palavras mais positivas sobre eles.

Eis então porque esta descoberta pode ser importante: todas as três revistas usam o método de prova cega nas suas classificações, portanto os analistas não sabiam de antemão o que estavam a provar. Os métodos usados pelos autores do estudo seguiram estatísticas rigorosas para calcular a variação entre anos, portanto o resultado é atribuído apenas à certificação ambiental. E também se considerou que muitos produtores não mencionam essa certificação por recearam precisamente o preconceito em relação ao biológico.

O problema da definição do parâmetros orgânicos não está muito bem definido nos Estados Unidos mas em Portugal sim, segundo as regras da União Europeia. Assim, basicamente não são permitidos fertilizantes, pesticidas, herbicidas, fungicidas ou fumegantes de origem química e sintética (químicos de síntese), não se permite o uso de antibióticos, reguladores de crescimento ou OGMs e a utilização de cobre tem limites máximos. Igualmente a quantidade de sulfitos adicionados está muito abaixo do que usa no vinho convencional.

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De qualquer maneira podemos sempre achar que a simples certificação biológica não é garantia de qualidade. Mas a nossa opinião, bem fundamentada, é que o Syrah biológico se apresenta mais vivo em sabor e paladar no todo, mais compulsivo do que os produzidos pelo método convencional. Igualmente as adegas que o produzem tendem a ser espaços mais pequenos e familiares, onde há mais atenção aos pormenores e à qualidade dentro de uma ideologia artesanal. Podemos com orgulho referir alguns Syrah biológicos, feitos em Portugal, que obtiveram da nossa parte altíssima classificação, e que se encontram entre os nossos preferidos, como por exemplo o Dona Dorinda e Quinta da Caldeirinha!

Pode igualmente ser consultada a lista de todos os Syrah portugueses biológicos de que temos conhecimento.

Poderemos assim terminar por hoje, dando a volta a uma conhecida citação:
Não somos Enólogos.
O Enólogo diante de um copo de Syrah toma uma decisão.
Nós, diante de decisões, tomamos um copo de Syrah… Biológico, se puder ser!


 

Alfaraz, Herdade da Mingorra, 100% Syrah, Alentejo, 2009

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Há um ano atrás apresentámos este Alfaraz Syrah de Beja. Hoje voltamos a falar dele. E porquê? Pois porque este tempo depois as diferenças são óbvias.
Está melhor!
Mais encorpado, mais aromático!
O que lamentamos mesmo é que desde 2009 a Herdade da Mingorra não voltasse a apostar em novos Syrah. Mas enquanto este durar é de aproveitar!

As notas de prova dizem-nos que “apresenta cor intensa, aroma acentuado a compotas de frutos vermelhos, acidez equilibrada, taninos firmes e persistentes.” Teve doze meses de estágio em madeira de carvalho francês. Tem uma graduação alcoólica de 14%.

Nas terras quentes do Baixo Alentejo, a escassos quilómetros da cidade de Beja, há uma das mais antigas culturas vitícolas da região. São vinhas com décadas de história, que Henrique Uva preserva e rentabiliza há anos, e as quais sempre quis valorizar como produtor independente. Em 2004 concretizou-se o sonho, com o projecto a dar pelo nome de Henrique Uva / Herdade da Mingorra. A Adega está devidamente enquadrada nos 1.400 hectares de uma paisagem que chega a ser exuberante, tal é a diversidade de culturas e fauna, com várias bacias hidrográficas a funcionarem como autênticos oásis. A Adega assume-se como um autêntico lugar de culto. Um espaço onde a modernidade e a funcionalidade convivem, de forma indelével, com as técnicas mais tradicionais.

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Os registos comprovam que na propriedade há vinhas plantadas há quase 30 anos, uma salutar raridade na região. Em termos vitícolas, a área está distribuída da seguinte forma: 60 hectares de vinha velha, com cerca de 30 anos, das mais antigas de que há registo no Alentejo e das primeiras a serem plantadas e organizadas em talhões, aramadas e separadas por castas. Tudo com arte e rigor.

Napoleão Bonaparte dizia que  “O Syrah inspira e contribui grandemente para a alegria de viver”.
Essa vinho pode bem ser, entre outros e enquanto durar, um Syrah denominado Alfaraz!

 

Classificação: 16/20                                                     Preço: 9,95€

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Quando o Vinho era melhor para a saúde do que a água!

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Beber uma pequena quantidade de vinho é bom para a saúde? Se esta questão é hoje em dia tema de debate acalorado, assim não foi durante muitas centenas de anos.
Apresentamos hoje um tradução nossa de um artigo que achámos interessante divulgar, da revista suíça, editada em francês, ALTERNATIFbien-être, de Setembro 2016.


A imagem do marinheiro Francês é indissociável do seu copo de tinto e não data de ontem. Nos navios reais o vinho fazia parte da vida do marinheiro, desde que fosse vinho francês, claro. Richelieu ele mesmo, cujo grande desígnio foi criar uma marinha permanente, dizia que o sangue de um bom marinheiro deve ser composto por água do mar e vinho. Uma verdadeira profissão de fé, que foi seguida alguns anos mais tarde de grande meios e bem concretos: ordens reais fixaram a quantidade e a qualidade dos géneros alimentícios fornecidos a cada navio, postos em prática por Colbert a partir de 1670, e entre os quais o vinho era um elemento incontornável da ração diária, tendo cada homem direito a 70 centilitros por dia de vinho tinto “livre de azedumes, a desandar ou ácido” . Melhor ainda, o dito vinho devia ser excelente, seleccionado entre os melhores crus – essencialmente Bordeaux!

As bebidas alcoólicas sempre tiveram lugar nos porões dos navios, quer fosse cerveja, cidra, ou mesmo espirituosas como o famoso Rum. O álcool tinha, acima de tudo, uma dimensão “de consolo” no meio da rude existência do marinheiro. Mas de entre todas estas bebidas, o vinho tinha um estatuto completamente à parte na marinha francesa, a tal ponto que legislação de finais do século XVIII proibia aos oficiais dos navios privar a tripulação de vinho como medida de retaliação! Dado o lugar cultural e simbólico que ocupa o vinho em França, há três razões principais para este estatuto privilegiado.  Razões na realidade higiénicas.

Os porões dos navios à vela onde se guardavam os víveres eram de facto lugares húmidos e com pouca ou nenhuma renovação de ar: as condições de conservação em barricas das bebidas fermentadas apenas eram viáveis por curtos períodos de tempo (logo por curtas distâncias). Ora, a única bebida capaz “de se aguentar” nas viagens mais longas, e daí não envenenar os marinheiros ao fim de um mês, eram os vinhos tintos mais velhos. Segundo o destino (ocidente ou oriente), os vinhos embarcados eram escolhidos em função da sua resistência ao clima: era assim que os vinhos mais velhos e de primeira qualidade entre os Bordeaux e Ródano, ou como os crus de Montferrand, de Pallu ou de Quercy,  eram os privilegiados  quando se seguia para Oriente através dos climas mais quentes, dado que eram consideradas bebidas mais fiáveis do que a água propriamente dita. Nesses navios seguiam também vinhos mais ligeiros, de Anjou, Saintonge e de Touraine, que deviam ser consumidos em primeiro lugar, dado que facilmente azedavam. Quanto ao vinho branco, era simplesmente proscrito!

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Mas esta preferência pelo vinho em relação à água não se limitava aos marinheiros. Em terra igualmente a água potável nem sempre era de fácil de conseguir. Na Idade Média era frequente as nascente subterrâneas de algumas regiões estarem carregadas de metais pesados, o que as tornava impróprias para consumo. Embora isso não fosse exactamente conhecido à partida, mas apenas depois de alguma epidemia misteriosa que levantava a suspeita sobre a água.

Os que melhor se safavam eram os que tinha tendência para a garrafa. Porque mesmo que o álcool fosse algo que alterava comportamentos, o vinho permanecia como uma bebida isenta de poluente: a água acumulada na vinha fora filtrada pelas raízes.

Os problemas são, até aos nossos dias, bem diferentes. Mesmo que água da torneira possa ter qualquer tipo de contaminação, ela raramente será mais tóxica que o álcool. Ao longo do século XX, o álcool foi quase sempre considerado pernicioso para a saúde. Porém, nos últimos 20 anos pesquisas científicas levam a pensar que o álcool em pequenas doses não é nocivo para a saúde, podendo mesmo ser benéfico, embora novos estudos coloquem em causa essas conclusões.

Os estudos actuais centram-se nos efeitos do consumo de vinho sobre a saúde, seguindo sempre o mesmo método: recrutar milhares de voluntários, seleccionados  entre aqueles  com modos de vida similares (alimentação, actividade física, etc.) e comparar entre eles o respectivo estado de saúde em relação aos que não bebem ou bebem muito pouco.
Quando diversos estudos chegam a diferente conclusões, os investigadores reúnem todos os dados coligidos e analisam globalmente tudo o que surge de mais relevante.  Chamam a isto “meta-análises”. Em 2015 existiam 87 meta-análises sobre a ligação entre álcool e mortalidade, e a conclusão global falava de quem consumia álcool com moderação (um a dois copos de vinho por dia) como alguém apresentando menor risco de morrer prematuramente que os abstémios.

Mais recentemente os cientistas da Universidade de Victoria, Canadá, publicaram trabalhos que colocam em causa estes resultados, igualmente baseados em amostragens de milhares de pessoas.  Estes especialistas passaram a pente fino os métodos utilizados antes e constataram que 74 das 87 meta-análises apresentavam alguns erros de amostragem, dado que incluíam nos estudos grupos de abstémios que eram antigos consumidores de álcool ou pessoas que não bebiam por razões médicas, logo duas categorias de pessoas cuja mortalidade é normalmente mais elevada que os indivíduos de boa saúde. Segundo eles, este erro falsifica totalmente as análises alterando as conclusões: em realidade, o álcool só faria baixar a mortalidade nos casos de um consumo esporádico – máximo um copo de bebida alcoólica por semana!
Estes trabalhos sugerem que um copo de vinho por semana seria o ideal em termos de mortalidade. Referem igualmente que beber dois copos por dia não será igualmente perigoso, mas simplesmente não afecta a esperança de vida.

O consumo de álcool por parte do ser humano não data de ontem. Bem antes da invenção da fermentação alcoólica,  já se consumiam pequenas quantidades de álcool sob a forma de frutos demasiado maduros, portanto com açúcar fermentado, provavelmente há milhares de anos.
Por outro lado, a Organização Mundial de Saúde fixa o limite máximo em 3 copos de vinho por dia para o homem e 2 para a mulher. Mas um antigo especialista da própria OMS, Kari Poikolainen, concluiu a partir de investigações pessoais que o consumo de vinho só se torna nocivo a partir de… 13 copos por dia!

Evidentemente, a partir daí, só podemos aconselhar que se acrescente um pouco de água ao vinho… a não ser que seja um bom Syrah!

Rodolphe Bacquet et Julien Venesson
ALTERNATIF bien-être SEPTEMBRE 2016 N°120
LE JOURNAL D’INFORMATION DES SOLUTIONS ALTERNATIVES DE SANTÉ
(tradução livre pelo Blogue do Syrah)