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O Vinho em números!

factos

Hoje vamos abrir uma excepção, pois em vez de falar sobre Syrah vamos falar de Vinho!

Eis alguns factos e números que recolhemos por aí:

    • Há cerca de 20 milhões de hectares de uvas plantadas em todo o mundo. As uvas são as
      frutas mais cultivadas no mundo graças à produção de vinho;
    • Há 10 mil variedades de uvas, mas somente cerca de 500 é que servem para fazer vinho e pertencem à espécie de videira de nome vitis vinifera. Dessas as mais usadas em todo o mundo não ultrapassa o número de 50 castas;
    • Demora 4 anos para que uma videira nova dê uvas para produzir vinhos;
    • Há cerca de 75 uvas num cacho;
    • 1 cacho de uva dá origem a aproximadamente 1 copo de vinho;
    • 4 cachos de uvas dão origem a uma garrafa de vinho;
    • Os produtores podem esperar cerca de 40 cachos de cada videira;
    • Uma videira pode produzir uvas suficientes para até 10 garrafas de vinho;
    • São necessários 1.200 cachos de uvas para encher um barril de vinho;
    • 1 barril é igual a 60 litros;
    • 60 galões pode preencher cerca de 25 caixas;
    • 1 hectare pode produzir 5 toneladas de uvas;
    • 5 toneladas de uvas são suficientes para encher 332 caixas de vinho.

Maiores Produtores de Vinhos

  1. França produz anualmente 550 milhões de caixas de vinho
  2. Itália produz anualmente 495 milhões de caixas de vinho
  3. Espanha produz anualmente 385 milhões de caixas de vinho
  4. E.U.A produz anualmente 245 milhões de caixas de vinho
  5. Austrália produz anualmente 110 milhões de caixas de vinho
  6. África do Sul produz anualmente 100 milhões de caixas de vinho

 

Campanha para angariação de subscriptores – Recta final!

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Pois a campanha continua e irá até ao fim do mês de Dezembro!

Os prémios são de valor, ou não fosse Syrah, e são oportunidades quase únicas de chegar à fala com estes néctares de eleição, livre de impostos ou mais despesas.

É apenas necessário inserir o endereço de correio electrónico na caixa ao lado e fazer a confirmação.
Os antigos subscritores só têm que indicar novos subscritptores e fazer-nos chegar essa informação para o email oficial do Blogue do Syrah, mail@blogdosyrah.com, que, depois de confirmada com a subscripção do novo membro, passa a fazer parte do concurso.

O objectivo de chegarmos aos 100 subscriptores já foi atingido. Agora é ir por diante e mais além.

Mais uma vez repetimos que o concurso é universal, ou seja, se é apreciador de Syrah, onde quer que se encontre, Indochina ou Alaska, ou etc, e, se conseguir ler o idioma em que nos expressamos, subscreva as actualizações do Blogue do Syrah: se for o feliz premiado, a garrafa lá haverá de chegar!


 

Os 7 erros mais comuns de quem começa a beber Syrah!

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Encher demais o copo
Não é porque alguns copos são grandes e comportam bastante líquido que devemos colocar toda a garrafa inteira de Syrah dentro deles. O copo fica pesado, a aparência fica pouco elegante e torna difícil apreciar a bebida. Sirva a quantidade certa (1/3 do copo), o que permitirá degustar o Syrah com mais prazer e qualidade, girando o copo.

Segurar a taça pelo fundo
Um dos erros mais comuns de quem começa a beber  Syrah é segurar a taça pela parte principal e não pela haste. A taça tem uma longa haste por uma boa razão. Quando você segura a taça de Syrah pelo fundo, o calor da mão aquece o líquido, prejudicando a temperatura correcta do mesmo.

Comprar um Syrah apenas por conta do rótulo
Regra simples: não julgue o livro pela capa. Por outras palavras, não compre Syrah apenas pelo seu rótulo. Às vezes, rótulos simples e até pouco atractivos representam garrafas de Syrah maravilhoso; outras vezes, um rótulo requintado esconde um Syrah pouco interessante. Em caso de dúvida consultar sempre o Blogue do Syrah.

Tomar sempre o mesmo Syrah
Não se deve ficar preso a apenas a um Syrah, ou somente de uma região. Há uma quantidade grande de Syrah, decorrente de diferentes regiões de norte a sul do país. Boa parte do prazer que um Syrah proporciona advém de suas infinitas possibilidades. Sempre há algo novo e interessante a explorar e desfrutar.

Ficar excessivamente preso às regras clássicas de harmonização
Existem algumas regras tradicionais para a harmonização entre o Syrah e a comida: Syrah com carne vermelha e vinho branco com peixe ou marisco. Essas directrizes são importantes, mas não são regras absolutas. Por isso, não devemos ficar atados a essas regras. Como dito acima, há um prazer infindável na busca por novos Syrah, buscando novas ocasiões para apreciar esta bebida fantástica, especialmente promovendo harmonizações que realçam as qualidades tanto do Syrah como da comida. Portanto, o que mais vale é o seu paladar: se você gosta de beber Syrah potentes com carnes leves, então que assim seja.

Beber muito rápido
Este é o pecado todos nós. Por ser tão bom, às vezes não damos ao Syrah o tempo que ele necessita para evoluir, seja na garrafa, seja no copo. Claro que existem momentos que não queremos pensar muito e bebemos por diversão e descontracção. Não há nenhum problema nisso. Porém, há momentos que devemos prestar mais atenção ao vinho que bebemos. Por exemplo: qual é o produtor? De que região é? Qual a característica dominante desse Syrah? O que eu gosto e o que eu não gosto neste Syrah? O que estou procurando e o vou encontrando em termos de eflúvios e paladares? Estas perguntas ajudam a aprender mais sobre o Syrah, aproveitar mais a longo prazo e aprimorar os conhecimentos.

Analisar o Syrah ao primeiro contacto
O primeiro pequeno gole de Syrah que o escanção ou o empregado de mesa, ou você mesmo, coloca no seu copo, antes de servir o resto da mesa, serve para se certificar de que a bebida está boa; por isso, espera-se que esse procedimento seja relativamente rápido. Muitas pessoas pensam que esse momento se destina a uma análise detida e demorada da bebida, uma verdadeira degustação, com comentários sobre as suas qualidades. Porém, não é este o propósito do primeiro gole servido. O que se pretende é apenas saber se o Syrah está adequado (ou seja, se há alguma falha, como problemas na rolha ou outro defeito como oxidação). Uma inalação atenta e um gole rápido são suficientes para tal propósito. Não sendo notado qualquer defeito evidente, deve-se dar a aprovação a quem serve o Syrah para prosseguir no serviço do restante da mesa. Então, você poderá degustar o Syrah com seus amigos e convivas, demorada e profundamente, como merece a nossa nobre bebida!


 

Campanha para angariação de subscriptores – Os Prémios!

Como já anunciámos antes, está a decorrer aqui no Blogue do Syrah uma campanha para angariação de subscriptores.

Haverá duas categorias a concurso, cada uma com seu prémio, portanto estamos a sortear duas garrafas da nossa bebida preferida: Syrah!

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O prémio a sortear entre os nossos actuais subscriptores que indiquem novos subscriptores do Blogue será uma garrafa de Dona Dorinda, 2012. É um Syrah ao qual atribuímos a classificação máxima, 20 valores, e que se encontra já esgotado.

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Entre os novos subscriptores, independentemente de terem sido ou não recomendados, será sorteada uma garrafa de Quinta da Caldeirinha, 2009. Outro Syrah de excelência, biológico, classificação 19 valores, safra que neste momento está quase em fim de carreira.

São pois oportunidades únicas de conseguir chegar à fala com dois ícones da Syrahgrafia portuguesa, a melhor do mundo, em nossa opinião!


 

A Syrah e os seus sinónimos

A casta Syrah, esta uva resplandecente de que estamos sempre a falar, e que amamos até à exaustão, tem ao redor do mundo uma quantidade enorme de maneiras de ser designada, de sinónimos e uma multiplicidade crescente de grafias.

Essa quantidade é tão grande que muito pouca gente tem ideia do número de nomes pela qual é possível falar de Syrah, sendo Shiraz a mais divulgada.

Mudam os nomes, mas a folha é sempre a mesma!
Mudam os nomes, mas a folha é sempre a mesma!

Importa como curiosidade dar a conhecer assim os outros nomes da nossa casta Syrah e vamos fazer isso por ordem alfabética. Aqui vai:

Antournerein, Antournerein noir, Anzher Muskatnyi, Biaune, Blauer Syrah, Bragiola,

Candive, Candive noir, Costigliola, Costiola, Damas noir du Puy de Dôme,

Damaszener blau, Di Santi, Entourneirein, Entournerein, Entournerin, Ermitage,

Fresa grossa, Hermitage, Hignin noir, Marsanne noire, Marzane noire, Neiret di Saluzzo,

Neiretta Cunese, Neiretta del Cuneese-Fassanese, Neiretta del Monregalese,

Neiretta del rosso, Neiretta dell’Albese, Neiretta di Saluzzo, Neiretto del Cuneese,

Neiretto di Bene, Neiretto di Carrú, Neiretto di Costigliole, Neiretto di Farigliano,

Neiretto di Saluzzo, Nereta piccola di monte Galese, Neretta Cuneese,

Neretta del Cuneese-Fassanese, Neretta del Monregalese, Neretta di Costigliole,

Neretta di Saluzzo, Neretta piccola, Neretta piccola di Dogliani, Neretto del Beinale,

Neretto di Dogliani, Neretto di Saluzzo, Petite Sirah, Petite Sirrah, Petite Syrah,

Petite Syras, Plan de la Biaune, Plant de Biaune, Plant de la Bianne, Plant de la Biaune,

Schiras, Schiraz, Seraene, Sereine, Serene, Serenne, Serine, Serine noir, Serinne, Sevene,

Shiras, Shiraz, Shyrac, Sirà, Sirac, Sirah, Sirah marsanne noir, Syra, Syrac,

Syrac de l’Ermitage.

É importante, para terminar, fazer uma ressalva em relação à Petite Syrah que verdadeiramente não é syrah mas que é uma outra casta que devia ser sempre chamada pelo seu nome e não de Petite Syrah para evitar óbvias confusões: Estamos a referir-nos à uva Durif.


 

Mapa de localização dos Syrah Portugueses

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O Blogue do Syrah apresenta um documento inédito em Portugal.

De uma forma esquemática, utilizando as cartas oficiais com a localização das regiões vinícolas do País, colocámos uma indicação aproximada, mas o mais rigorosa possível, de todos os Syrah que existem em Portugal, ou pelo menos, daqueles de que temos conhecimento, 142 até agora. Acreditamos que ainda possa haver mais e, se tal acontecer, aqui estaremos para actualizar a informação.

Fica bem visível, portanto, a distribuição geográfica da nossa bebida preferida. A maior concentração acontece nas regiões de Lisboa, Tejo, Setúbal e Alentejo.
Proporcionalmente ao tamanho, é na região de Lisboa que há maior densidade de produtores.

Esperamos que muitos mais Syrah venham a aparecer.
Que novas safras tomem o lugar das que se vão esgotando.
Que produtores que já fizeram Syrah o voltem a fazer!

 

Como dizia Rabelais, “O Syrah é o que há de mais civilizado no mundo!”, logo, esta carta foi a nossa contribuição para a história da civilização portuguesa.