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Hamilton Reis, enólogo do Syrah do Baixo Alentejo

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Na sequência de artigos anteriores sobre os enólogos do Syrah em Portugal, cabe-nos hoje a honra de apresentar Hamilton Reis, o enólogo do Syrah do Baixo Alentejo!

Hamilton Reis é o enólogo que chefia a equipa de Cortes de Cima faz uma década ininterrupta, produzindo regularmente não um nem dois mas sim três Syrah de que este vosso Blogue já deu boa conta!

São eles:

 

Vejamos cada um em pormenor.

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Cortes de Cima Syrah, Cortes de Cima, 100% Syrah, Alentejo
O Syrah gama de entrada é simplesmente chamado Cortes de Cima Syrah. Dos três é o menos empolgante mas nem por isso desce do patamar electivo. Há quem diga que é pouco interessante, e aqui discordamos. Tudo o que vem daquela região mítica não pode deixar de ser acima da média. Depois de um inverno frio e seco e de uma primavera também fria e seca, chegou um verão excepcional. Todos conduziram a uma apanha de qualidade! Este vinho foi produzido exclusivamente a partir da casta Syrah. As uvas foram rigorosamente seleccionadas pelo que estavam num óptimo estado de maturação. Foram fermentadas sem engaço, a temperaturas controladas, e alargado período de maceração das películas para melhorar o aroma a frutos e conseguir um bom equilíbrio e estrutura de taninos. Envelhecido durante 8 meses em barricas de carvalho francês e americano. A colheita, produção e engarrafamento foram feitos na propriedade familiar. A produção total foi de cerca de 50.000 garrafas.

 

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Homenagem a Hans Christian Andersen, Cortes de Cima, 100% Syrah, Alentejo
Quando começou a nossa aventura de descobrir e divulgar os Syrah portugueses, este Homenagem foi dos primeiros a surgir na nossa investigação, mesmo também por se encontra largamente disponível em cadeias de hipermercados, e desde logo o nome suscitou enorme surpresa e curiosidade.
Produzido exclusivamente a partir da casta Syrah, as uvas foram rigorosamente seleccionadas pelo que estavam num óptimo estado de maturação. Foram fermentadas sem engaço, a temperaturas controladas, com um alargado período de maceração das películas para melhorar o aroma a frutos e conseguir um bom equilíbrio e estrutura de taninos. Envelhecido durante 8 meses em barricas de carvalho francês e americano, maturou assim até ao engarrafamento, em Julho de 2012. A graduação alcoólica é de 14%. As notas de prova que escolhemos falam de “aromas de frutos de bago escuro, groselha, mirtilos e cássis. Elegante no palato, revela fruta distinta e saborosa com madeira de qualidade bem integrada. Equilíbrio notável, boa estrutura de taninos, longo e persistente.” Nós acrescentaríamos a plenitude cultural, união de literatura em forma de subtil néctar com eflúvios de planície alongada sobre o horizonte setentrional. A colheita, produção e engarrafamento é feita na propriedade de Cortes de Cima. A tiragem foi de 12300 garrafas.

 

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Incógnito, Cortes de Cima, 100% Syrah, Alentejo
Se há um Syrah capaz de atingir o espaço sideral mitológico, esse Syrah só pode ser o Incógnito! Mesmo estando a falar de acontecimentos que ocorreram nos últimos vinte anos, que quando falamos de Syrah em Portugal é tudo muito recente, este Syrah é já um mito vivo!
O preço exorbitante que o Incógnito atinge não preocupa o seu produtor, pois é um Syrah que se esgota safra após safra, e já lá vão doze, até à de 2012.
As notas de prova incluídas na garrafa dizem-nos que possui uma “mistura de frutos selvagens de bago vermelho, tosta de madeira, carne e notas de alcatrão. No paladar é complexo, com um forte paladar de fruta silvestre madura e um equilíbrio cativante. Suave no início, mostrando-se firme ao longo da prova, excelente estrutura de taninos e uma agradável frescura, com boa acidez a contribuir para um longo e persistente final.” Segundo o seu produtor vai manter-se grandioso pelo menos 10 anos. Safras anteriores do Incógnito já mostraram que a longevidade deste néctar está muito acima da média. Tem uma graduação alcoólica de 14,5%. O estágio foi feito em barricas de carvalho francês. A colheita, produção e engarrafamento é feito na propriedade familiar. Foi engarrafado sem filtração nem colagem e a produção total foi de cerca de 14.000 garrafas.

 

Hamilton Reis, ao contrário do que se poderia pensar, não é Alentejano! É natural do Porto, mas foi no Alentejo que em 1998 terminou o curso de Engenharia Técnica de Produção Agrícola, Escola Superior de Agrária de Beja. Fez ainda a licenciatura em Microbiologia, em 2005, e em 2009 a pós-graduação em Viticultura e Enologia, ambas na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa. O primeiro contacto com o mundo profissional do vinho ocorreu no ano de 1999, começando como responsável pelo departamento de prova, compra e venda de vinhos numa empresa de distribuição no Norte do país. Em 2004 inicia a actividade profissional na produção, tendo realizado diversas vindimas em Portugal e internacionais. Em 2006 entra nos quadros de Enologia das Cortes de Cima, em 2008 assume a direcção de Enologia da empresa, cargo que desempenha até aos dias de hoje. É preciso alma, entrega, e génio para fazer um Incógnito destes, Syrah que fica, e ao qual apetece voltar, esse e os outros todos!

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Ao contrário do Alto Alentejo que tem reforçado continuamente os seus Syrah com novas colheitas e com novos Syrah, o Baixo Alentejo pelo contrário, tem paulatinamente abandonado os seus Syrah e sobretudo os de qualidade. O Blogue do Syrah não se cansa de gritar que é um erro estratégico porque existe um mercado nacional para os Syrah que está a despertar e a crescer, e nós estamos aqui para ajudar à festa!

Vejam-se os seguintes exemplos:
Syrah da Peceguina, Herdade da Malhadinha Nova, 100% Syrah, Albernoa – Beja. O último data de 2010! Não está previsto novo Syrah!
Herdade da Figueirinha, Sociedade Agrícola do Monte Novo e Figueirinha Lda, 100% Syrah, Beja. O último data de 2006! Não está previsto novo Syrah!
Santa Vitória, Casa de Santa Vitória, 100% Syrah, Beja. O último data de 2012! Não está previsto novo Syrah!
Alfaraz, Herdade da Mingorra, 100% Syrah, Beja. O último data de 2012! Não está previsto novo Syrah!
Herdade dos Lagos, Soc. Agrícola Herdade dos Lagos, Lda, 100% Syrah, Mértola. O último data de 2012! Não está previsto novo Syrah!

Permanece em Mértola o Bombeira do Guadiana, Herdade da Bombeira, 100% Syrah, que foi recentemente premiado com uma medalha de prata no Concurso Internacional “Syrah du Monde” e o Pulo do Lobo, Sociedade Agrícola de Pias , 100% Syrah de Pias, Beja, mas que é relativamente recente.

Os Syrah de Cortes de Cima permanecem como um exemplo de persistência no tempo e na qualidade e isso é bem demonstrado mais uma vez com a recente medalha de ouro que o Incógnito obteve no Concurso Internacional “Syrah du Monde”.
Hamilton Reis tem uma grande responsabilidade neste facto e é por isso que permanece como um dos enólogos do Syrah preferidos do Blogue do Syrah!


 

Resultados do Concurso Internacional “Syrah du Monde”

Resultados do Concurso Internacional
É com redobrado prazer que o Blogue do Syrah vem, em primeira mão, anunciar os resultados do concurso Internacional Syrah du Monde , que é o concurso mais importante para a casta que diariamente aqui patrocinamos: a Syrah!

Concorreram um total de 23 países, que apresentaram 374 amostras de Syrah.
Os juízes testaram as amostras de acordo com as regras internacionais e seguiram escrupulosamente procedimentos de garantia de qualidade e isenção.
Após três dias de trabalhos, foram atribuídas 124 medalhas: 35 de ouro e 89 de prata.
Mais uma vez não foi atribuída a medalha de grande ouro e, por curiosidade, também não foram atribuída medalha de bronze.

Portugal, em grande como sempre, e para nosso regozijo, recebeu seis medalhas no total. Duas medalhas de ouro e quatro medalhas de prata.

Medalhas de ouro:

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Cem Reis Syrah de 2014

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Incógnito de 2012

 

Medalhas de prata:

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Ermelinda Freitas Syrah 2013

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Quinta do Gradil Syrah 2015

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Bombeira do Guadiana Syrah 2014

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Humanitas Reserva Syrah 2014

 

Quatro dos Syrah premiados são Alentejanos, um é de Setúbal e o outro é de Lisboa. Imensos parabéns aos premiados e o nosso agradecimento!

O grande vencedor em termos numéricos é a Austrália, com 8 medalhas de ouro e 16 medalhas de prata, seguido pela França com 5 medalhas de ouro e 22 medalhas de prata. Em terceiro lugar ficou a África do Sul com 5 medalhas de ouro e 11 medalhas de prata. Portugal, com as suas 6 medalhas, ficou em sexto lugar, lado a lado com a Itália.

As seis medalhas para Portugal igualam o mesmo número de medalhas do ano passado, apesar de ter recebido uma medalha de ouro a mais.

Mas é convicção do Blogue do Syrah que se concorressem mais Syrah portugueses maior seria o número de medalhas de ouro e de prata. Temos matéria prima para arrebatar pelo menos uma dúzia de medalhas.
Fica para o ano!


 

Capricho ou explicação histórica? O porquê das garrafas de Syrah terem 75 centilitros!

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Há garrafas de litro assim como há garrafas de meio litro e de 33 centilitros, mas a garrafa de Syrah mais habitual, diríamos que em mais de 95% dos casos, é a garrafa de 75 centilitros!
Porque é que isto acontece?

A explicação é a seguinte:
A origem da garrafa de 75 centilitros data do século XIX quando a Inglaterra, que sempre foi grande importadora dos vinhos de Bordeaux, não usava o mesmo sistema métrico que a França.
O vinho francês era transportado em barris de 225 litros enquanto os ingleses mediam o vinho em “galões imperiais”, correspondendo a 4,54609 litros cada galão.

Para facilitar essa transacção era preciso encontrar um número redondo: 50 galões imperiais equivaliam a 1 barril (arredondado) e os mesmos 225 litros correspondiam a 300 garrafas de 750 mililitros; ou seja, um galão imperial seria igual a 6 garrafas de 750ml. É por esta razão que, pela mesma lógica, a nossa bebida favorita é vendida em caixas com 6 ou 12 garrafas.
Tão simples quanto isto!


 

Alentejo é considerada a melhor região vinícola do mundo para se visitar!

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Foi o jornal USA Today, faz uns tempos, que apresentou esta lista com os dez melhores destinos do mundo no que ao Syrah, e vinho, diz respeito.
Aqui ficam os dez primeiros lugares:

  1. Alentejo, Portugal
  2. Okanagan Valley, British Columbia, Canadá
  3. Maipo, Chile
  4. Marlborough, Nova Zelândia
  5. Croácia
  6. Napa Valley, Estados Unidos
  7. Toscana, Itália
  8. Orgeon, Estados Unidos
  9. Hunter Valley, Austrália
  10. Virginia, Estados Unidos

As listas de escolhas mais ou menos pessoais valem o que valem, ou seja, para o próprio terá um valor inestimável, para os outros nem por isso. Com esta lista pode perfeitamente acontecer o mesmo, até porque podemos sempre questionar porque é não que entraram regiões da França, da Alemanha, da Espanha ou até mesmo da África do Sul? Em contrapartida a lista contêm três regiões dos estados Unidos, o que é claramente um exagero e ainda em segundo lugar uma região do Canadá o que não deixa de ser algo insólito! A história do Canadá em termos vitivinícolas não é por aí além…certo?

Mas vamos a toda a história!
Os especialistas Kerry Woolard e Frank Pulice do jornal USA Today divulgaram a sua lista com as 10 melhores regiões vinícolas para se visitar no mundo, e o Alentejo, em Portugal, foi cotada como a melhor.
A lista levou em conta os lugares que oferecem boas atracções, como lojas, hotéis de serviço completo, bons restaurantes e excelentes vinhos para proporcionar uma grande experiência para seus visitantes. Na opinião dos especialistas e organizadores da análise, o Alentejo foi a região mais bem cotada. “A comida no Alentejo é rústica e autêntica. Ela aproveita ao máximo o estilo de vida agrário da região”, disseram.

Para os especialistas, o destaque dado ao Alentejo deve-se ao facto de no litoral não haver opções de hotel, obrigando os turistas a encontrarem alojamentos em casas de visitantes para apreciar as lindas praias, algumas das quais são consideradas umas das mais fantásticas e belas da Europa. Outro facto importante é que a distância entre os aeroportos de Lisboa e Faro é de menos de duas horas. “O Alentejo é como uma viagem de volta no tempo para os amantes do vinho”, disseram entusiasmados.

Nós aqui no Blogue do Syrah também ficámos empolgados com a escolha, pelos mesmos motivos, e outros um pouco mais ao lado, o nosso lado. Para nós, já o dissemos várias vezes, o Alentejo, e sobretudo o Alto Alentejo, fundamentalmente o distrito de Évora, funcionam como uma terra sagrada para o Syrah! Não há Syrah menor aqui, pelo contrário, a percentagem de Syrah topo de gama é extraordinariamente mais elevada do que em qualquer outra região do país. Diríamos mais: do mundo!
Essa é a nossa missão, que levamos a cabo com empenho, dedicação, e com constantes degustações, sempre partilhando a paixão!


 

Syrah pode prevenir disfunção eréctil!

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Segundo uma pesquisa realizada em conjunto pela University of East Anglia (UEA) e pela Harvard University, os homens que possuem uma dieta rica em flavonóides têm menor probabilidade de desenvolver disfunção eréctil.

Os mais benéficos flavonóides são as antocianinas (encontradas em mirtilos, cerejas, amoras, rabanetes, groselhas e vinho tinto), as flavanonas e as flavonas (presentes em frutas cítricas).

De acordo com o professor da UEA Aedin Cassidy, “Os homens que consomem regularmente alimentos ricos em flavonóides são 10% menos propensos a sofrer de disfunção eréctil”. Os benefícios oferecidos por este tipo de dieta é semelhante ao efeito de andar rapidamente durante cinco horas semanais. De qualquer forma, a UEA é cautelosa e não aconselha o consumo excessivo de Syrah… nós sim, mas eles não!

O estudo realizado pela parceria entre as universidades da Grã-Bretanha e do EUA também constatou que uma alta ingestão de frutas está associada à redução do risco de disfunção eréctil em 14% – ou 21% quando combinada com exercício físico.

Os testes foram realizados com homens de mais ou menos 40 anos, consumidores regulares do Syrah e de uma dieta rica em frutos cítricos e os chamados frutos vermelhos, ou seja, morango, cereja e amora, entre outras.

Mais de 50.000 homens foram incluídos no estudo. Foi-lhes perguntado sobre a capacidade de ter e manter uma erecção e os detalhes de sua alimentação quotidiana. O estudo recolheu esses dados durante quatro anos. Peso corporal, actividade física, quantidade de cafeína consumida e também o hábito de fumar foram considerados no estudo.

Um terço dos homens reportou sofrer de disfunção eréctil durante o estudo. Entretanto, aqueles cuja dieta era rica em antocianinas, flavonas e flavononas (que são duas, entre seis, classes de flavonóides) eram menos propensos a sofrer desta enfermidade.
Aqueles que combinaram a dieta rica em flavonóides a uma actividade física regular apresentaram assim menor propensão à disfunção eréctil.

Mais um motivo para ter Syrah sempre à mão, para que tudo funcione bem quando tem que funcionar!


 

Apreciadores de vinho possuem QI mais elevado!

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Uma pesquisa realizada pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, analisou hábitos de jovens e traçou um perfil de diversos grupos de acordo com o consumo de várias  bebidas. O trabalho comparou consumidores de vinho com apreciadores de cerveja e abstémios, ou seja, pessoas que não ingerem bebidas alcoólica. O resultado mostrou que os consumidores de vinho apresentavam níveis de Q.I. (Quociente de Inteligência)mais altos, possuíam níveis superiores de instrução e, por isso, eram mais saudáveis.

Um outro estudo mais antigo, comparou o QI de 1.800 homens dinamarqueses, analisando os seus hábitos de consumo a partir da década de 1950 até a década de 1990. Igualmente foi encontrada uma forte correlação entre um QI alto na idade adulta e a preferência para o vinho em relação à cerveja, independentemente do status social e económico. 22% dos jovens que foram agrupados com um QI maior bebiam vinho desde os 18 anos, contra 9% que não bebiam e possuíam menor QI . Na categoria a partir de 40 anos, as diferenças foram ainda mais acentuadas: 39% dos homens com QI mais elevado tinham o vinho como bebida preferida, contra 13% que preferiam outras bebidas. De acordo com o estudo a população dinamarquesa bebe principalmente cerveja, porém o vinho tem ganhado força, principalmente por ser um sinal de alta posição social. O autor do estudo, June Reinisch, declarou que as pessoas com um QI mais elevado pertencem a um nível superior sócio-económico, são mais instruídas e mais saudáveis do que aquelas que não possuem essas características!

Nós, para terminar, ainda acrescentaríamos que se a dita bebida for Syrah, então poderemos falar de QIs mesmo muito acima da média…!