Estamos na Praço de Giraldo, em Ebora Liberalitas Iulia, a nossa Évora, assim denominada pelos Romanos quando aqui chegaram. Cidade desta forma vetusta, no coração do Alentejo, herdeira de rico e variado património histórico e cultural, erguido ao longo dos séculos. A cidade foi praça-forte que alicerçou, no Além-Tejo, a formação do novo reino de Portugal durante a reconquista cristã do século XII. Após consolidação das fronteiras com Castela, vários Reis aqui fixaram a sua corte. O património histórico e artístico que hoje se preserva na cidade resultou de certa forma dessas longas permanências da monarquia portuguesa por estas terra. O conjunto monumental que é o legado da cidade está na base da classificação de Évora como Património Cultural da Humanidade, que lhe foi atribuído em 1986.
Mas o que hoje nos trouxe aqui, mais uma vez, e sempre com enorme prazer, foi o encontro anual na cidade dos produtores de vinho do Alto Alentejo, onde, todos sabemos, se produz algum do melhor Syrah do mundo.
Provar, degustar, falar com quem sabe, inquirir de novidades, elogiar, e claro, como sempre, rogar por mais, sempre mais e melhor Syrah! Uma festa… assim começamos, mais as nossas apoiantes, neste espaço de absoluto encanto.
Quase todos os produtores por nós anunciados anteriormente estavam presentes, ficando por comparecer a Carmim, por falta de comerciais, foi o que nos disseram.
Podiam estar muitos mais presentes, mas não estiveram, e foi pena. Quem sabe para o ano… não faltem!










Ficam ainda algumas imagens do ambiente que se vive aqui por Évora este dias, onde a Queima das Fitas pelos alunos da famosa Universidade local ainda veio dar mais colorido, embora negro, a todo o espaço urbano.
Ainda houve tempo de participar na aprendizagem da gastronomia local, com o chef Rui Fialho, do célebre restaurante local com o mesmo nome, as nossas apoiantes em pleno requinte sápido!
Até para o ano, se os Deuses quiserem!




