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Ainda a questão da moderação: como é que uma mulher fica após 3 taças de Syrah?

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Já vários blogues de vinhos falaram neste projecto original e no entanto bem simples, do fotógrafo brasileiro Marcos Alberti, chamado “3 Taças Depois“, em que amigos e desconhecidos foram fotografados após a primeira, a segunda e a terceira taça de vinho e o resultado ficou tão irreverente que a sua divulgação tem sido massiva, não só no Brasil como na Europa.

De acordo com o fotógrafo, o projecto teve início com uma brincadeira. Ao longo das fotos, é possível perceber que as pessoas se vão soltando com o “tomar das taças”. Um sorriso tímido surge entre a primeira e a segunda taça de vinho e, na terceira, geralmente, o fotografado aparece totalmente entregue.

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Falamos nisso porque esta situação mostra bem, indo ao encontro do que foi dito num texto anterior, onde escrevermos sobre vinhos e especificamente sobre Syrah, a importância de valorizar a qualidade em detrimento da quantidade. Interessa mais beber um Syrah extraordinário do que beber em excesso!

Por isso é que é importante apelar à moderação no consumo de Syrah, beber pouco mas bem, com subtileza, eventualmente fazer a sua harmonização com a comida enfatizando o lado gastronómico. Portanto de forma alguma apelamos ao abuso. Beber e apreciar Syrah está longe de ser o motivo para o problema da alcoolemia.

Vários estudos médicos sugerem que beber moderadamente, para os homens, significa duas taças de vinho ao dia. Já para as mulheres, o consumo moderado limita-se a uma taça diária. Mas vale ressaltar que essa definição de duas taças diárias para o homem, e uma para as mulheres, nem sempre foi assim, apesar de hoje parecer um razoável consenso.

Ora, é justamente isso que está aqui em causa! Vejam que todas as fotos femininas mostram bem que a foto tirada após a terceira taça a fotografada dificilmente pode ser considerada como estando numa situação completamente controlável.

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Em contrapartida a foto masculina, após a terceira taça, mostra claramente uma postura e um domínio de controlo. É verdade que nem todos os homens são iguais e o mesmo se pode dizer das mulheres. Mas o que é verdadeiramente importante ter presente é a moderação no consumo de bebidas alcoólicas e isso inclui o melhor dos Syrah!


 

Quinta da Lagoalva de Cima, 100% Syrah, Tejo, 2010

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Foi no já longínquo mês de Novembro de 2014 que apresentamos aqui o Syrah topo de gama da Quinta da Lagoalva de Cima. Este texto hoje é uma revisão do que foi na altura publicado por nós.

Apenas feito em anos excepcionais, este vinho de cor granada e aroma intenso tem no nariz segundo os seus produtores “notas de especiarias, fruta preta madura e tabaco. Na boca tem profundidade, taninos elegantes e um final longo.”

Não se sabe quando será realizada a próxima colheita, mas esta de 2010, enquanto durar, preencherá todos os nossos critérios de qualidade e exigência. Na verdade, neste ano e meio de estágio em garrafa muito evoluiu este Syrah. Se já era excelente agora atingiu o nível que só alguns, diríamos mais, só mesmo os melhores, conseguem atingir! E olhem que não são muitos!

Foi exportado ao longo destes anos para vários países como Canadá, Brasil, França, Bélgica, Alemanha, Áustria, Reino Unido e também para Macau.

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Feito pelos enólogos Diogo Campilho e Pedro Pinhão, o Syrah da Quinta da Lagoalva de Cima, cuja primeira safra é de 1994, (verificação que o Blogue do Syrah ainda está à espera de concretizar) provém de pequenos talhões cujas uvas seleccionadas são vindimadas à mão para caixas, e chegam à adega ainda durante a manhã. Após 3 dias de maceração pré fermentativa, a fermentação alcoólica ocorre em lagares de inox a 24ºC. As massas são espremidas em prensa hidráulica e a fermentação malo-láctica ocorre em barricas (novas e 1º ano) de carvalho Francês, onde estagia doze a catorze meses.

As safras seguintes deram-se nos anos de 1997, 2000, 2005, 2008 e a presente de 2010.
A Quinta estende-se pela margem sul do Tejo, desde perto da vila de Alpiarça até cerca de onze quilómetros da cidade de Santarém.

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A Quinta tem uma longa tradição como produtora de vinhos, que remonta a 1888, ano em que esteve presente na Exibição Portuguesa de Indústria. Com uma área de sete mil hectares aproximadamente, as suas principais produções são o vinho, o azeite, a cortiça, a floresta, cereais, vacas e ovelhas, e o cavalo lusitano. A produção anual ronda as duzentas e setenta mil garrafas e os cinquenta hectares de vinhas da Quinta da Lagoalva estão implantados nos melhores “terroirs” do Tejo, e são constituídos pelas castas nacionais e mundiais com as melhores aptidões, enologicamente comprovadas.

Este é um Syrah que vale mesmo a pena apreciar intensamente, e ao qual ciclicamente voltamos, porque se trata, à falta de melhor adjectivo, de um Syrah fabuloso!

 

Classificação: 20/20                                                                     Preço: 28,50€

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O que são as lágrimas de Syrah?

Possivelmente já ouviu alguém dizer que o Syrah tem “lágrimas”, ou até mesmo que o “Syrah chora”, e se achou que essa pessoa já tinha bebido além da conta, então está enganado.

As lágrimas de Syrah, também chamadas de pernas, arcos, abóbadas, ou ainda tecnicamente designadas por arquetes, são as gotas, ou filetes, que se formam na superfície da taça, quando agitamos um Syrah.

É comum ouvir que elas significam qualidade, doçura ou ainda que representam a viscosidade de um Syrah. Porém essas afirmações não passam de mitos equivocados. O facto é que elas são o resultado do efeito de Marangoni, nome dado em homenagem ás investigações do físico italiano Carlo Marangoni na década de 1870.

O fenómeno ocorre porque o Syrah integra dois componentes principais – água e álcool (etanol) – e estes dois componentes têm uma velocidade de evaporação e uma tensão superficial bem diferentes. Resumidamente, quando agitamos Syrah o efeito de capilaridade faz com que ele suba nas paredes da taça. Como o álcool evapora mais rapidamente que a água, a película de Syrah presa nas paredes torna-se cada vez mais aquosa, e como a tensão superficial da água é mais elevada que a do álcool, cria-se uma diferença de tensão que atira o Syrah para cima, formando um anel. Como as moléculas da água tendem a se agrupar, o anel “rompe-se”, formando gotas, que devido a força da gravidade vão escorrer e criar o efeito de lágrimas.

Desta forma concluímos que as “lágrimas”, nada têm a ver com a qualidade, ou viscosidade do Syrah. Elas são o resultado da diferença de velocidade de evaporação e de tensão superficial entre a água e o álcool, logo quanto mais elevado for o teor alcoólico, mais lágrimas o Syrah terá e mais lentamente irão descer pela taça. A humidade e temperatura da sala, também influenciam e se, por exemplo, estiver a beber um Syrah em frente à lareira, vai reparar que o efeito de Marangoni é mais acentuado.


 

A questão da moderação

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“A embriaguez não provoca os vícios: limita-se a pô-los em evidência” Séneca

Nós, que escrevemos sobre vinhos e especificamente sobre Syrah, salientamos, sempre que temos oportunidade, a importância de valorizar a qualidade em detrimento da quantidade. Interessa mais beber um Syrah extraordinário do que beber em excesso!

Por isso é que é importante apelar à moderação no consumo de Syrah, beber pouco mas bem, com subtileza, eventualmente fazer a sua harmonização com a comida enfatizando o lado gastronómico. Portanto de forma alguma apelamos ao abuso. Beber e apreciar Syrah está longe de ser o motivo para o problema da alcoolemia.

Vários estudos médicos sugerem que beber moderadamente, para os homens, significa duas taças de vinho ao dia. Já para as mulheres, o consumo moderado limita-se a uma taça diária. Mas vale ressaltar que essa definição de duas taças diárias para o homem, e uma para as mulheres, nem sempre foi assim, apesar de hoje parecer um razoável consenso.

No século XIX, por exemplo, o médio inglês Francis Anstie ficou famoso por propor qual seria o limite de consumo diário de álcool sem prejuízo para  a saúde: a recomendação era que as pessoas não excedessem o equivalente a “três ou quatro copos de vinho do Porto por dia”, sem fazer distinção entre homens e mulheres.

Já em 1979, o Colégio Real de Psiquiatria do Reino Unido considerou que “uma garrafa de tamanho padrão de vinho constituía uma directriz razoável de consumo diário”.
Em 1987, na Austrália, o Conselho Nacional de Pesquisa Médica e de Saúde recomendou limites de 4 taças de vinho diárias aos homens, e duas taças às mulheres. Mas, em 2001, ajustando as suas directrizes, a recomendação foi alterada para duas taças diárias, independente do sexo.

Assim como a margarina e os ovos, que ora são homenageados, ora são incriminados, o que se entende por consumo moderado também varia de acordo com a cultura e o conhecimento científico que se tem, à determinada época, e em determinado local.
De qualquer maneira, o conceito de consumo moderado está baseado no equilíbrio da relação entre maiores benefícios para a saúde, e menores riscos. Quem consome Syrah, moderadamente e com responsabilidade, desfruta sempre de todos os prazeres que ele proporciona.

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A moderação no consumo de álcool não é uma ideia nova. Essa preocupação sempre esteve presente na história da humanidade, e do vinho. Segundo a Bíblia, Noé teria sido o primeiro homem a plantar uma vinha. E também o primeiro homem a beber vinho. Mas infelizmente, também, o primeiro homem a embriagar-se. Aí entra uma outra história, presente no Midrash, literatura judaica que explica a Tora Escrita (ou Pentateuco, que são os cinco primeiros livros bíblicos, de autoria atribuída principalmente a Moisés). Quando Noé plantou a vinha, o diabo teria  aproveitado a situação, matando quatro animais (um cordeiro, um leão, um porco e um macaco), e teria derramado o sangue deles nas raízes da vinha.O efeito do álcool no nosso cérebro, seria, segundo o Midrash, resultado disso.
Um pouco de vinho deixa-nos como um cordeiro: mais inocentes, mais dóceis, mais amistosos. Ao bebermos um pouco mais, nos sentimos fortes como um leão, mais audaciosos e orgulhosos. Se formos um pouco além da conta, agimos como porcos, caindo para o chão. O exagero, em compensação, faz com que nos comportemos como macacos, fazendo macaquices sem nenhum juízo.

O Midrash utiliza o episódio da embriaguez de Noé para discorrer a respeito dos riscos do consumo de álcool em demasia. E não pense que isso acontece só com os outros. Precisamos sempre estar atentos quanto à moderação. Vale a pena lembrar que Noé não era um homem qualquer, ele era um homem extremamente virtuoso, e por isso mesmo, o escolhido e poupado do dilúvio, por Deus, o que quer dizer que numa pequena falta de atenção o deslize pode acontecer!


 

Brett Edition, Herdade do Arrepiado Velho, 100% Syrah, Alentejo, 2007

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Há quase um ano tínhamos aqui apresentado o Brett Edition de 2009, que nos tinha impressionado sobremaneira.

Este ano tivemos acesso a algumas garrafas do Brett Edition de 2007, que foi a primeira safra deste Syrah da Herdade do Arrepiado Velho e que tem desde a primeira hora a condução enológica de mestre António Maçanita.
Se o Brett Syrah de 2009 já tinha sido devidamente exaltado, a degustação do Brett Syrah de 2007 convenceu-nos totalmente e logo na primeira garrafa.

Trata-se de um Syrah superlativo!
E é também como foi explicado na altura um Syrah revolucionário!

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O “Brett” no título deste Syrah, nome curto para designar a levedura «Brettanomyces/Dekkera», tem a capacidade de produzir determinado tipo de aromas, que se tentam descrever falando em suor de cavalo, cabedal e outros. Defeito ou virtude é parte da composição do aroma dos grandes clássicos de sempre e é, por muitos, apelidado como a “complexidade do velho mundo”. No entanto, é por outro lado, também, considerado por muitos um escandaloso defeito. Esta edição do Brett é um desses casos em que a natureza decidiu tomar liderança na enologia, estagiando parte do vinho nas barricas da edição anterior. E é aqui que reside a explicação: um Syrah ‘infectado’, de modo natural, pela levedura Brettanomyces. O resultado é um néctar multidimensional, produzindo o “Brett” níveis de complexidade aromática, que só seriam possíveis com vários anos de garrafa, mas mantendo ainda toda a fruta.

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O Brett Syrah tem as seguintes notas de prova: “Cor ruby- violeta, concentrado. Nariz exuberante, caixa de cigarro, couro, especiarias e groselhas pretas. Ataque redondo, suave e rico. Boa frescura e persistência no final de prova.” Tem um teor alcoólico de 14,5%, com 16 meses de estágio em barricas de carvalho francês.

Mas tudo tem um senão e o senão neste caso é que em 2016 já é muito difícil encontrar o Brett Edition de 2007. O que existe no mercado actualmente é a safra de 2012! Bom, tão bom como o de 2009!

Esse é um dos grandes problemas da enologia portuguesa! Syrah portugueses de grande qualidade existem, o problema é que quando eles atingem o seu apogeu, e para isso temos de contar de 7 a 9 anos, estão basicamente esgotados!

Os génios por detrás de um dos nossos favoritos: Brett Edition Syrah!!!

A única citação que nos parece mais apropriada para dar conta deste soberbo Syrah é a frase do grande guitarrista inglês Robert Fripp: “A música é a taça que segura o vinho do silêncio.”

Brett Edition 2007: trata-se de um Syrah perfeito!

Mais não podemos dizer porque ficou tudo dito.

 

Classificação: 20/20                                           Preço: 19,50€

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Fazer um brinde com uma taça de Syrah!

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O brinde é tido como um momento importante entre os amigos, seja por algum motivo especial ou simplesmente pelo acto em si de brindar à saúde de alguém. Os motivos podem ser mais que muitos, mas é suficiente desejar sempre as melhores coisas com quem se está a brindar!

Existem muitas histórias sobre a origem deste tradicional hábito, algumas baseadas em factos históricos, outras em lendas místicas, mas o facto é que todas elas não passam de mera especulação, não havendo uma prova real sobre a sua origem.

Uma dessas histórias conta que uma vez, no Monte Olimpo, houve problemas entre os Deuses. Os sete sentidos tinham sido convidados para uma festa por Dionísio, o Deus do vinho, mas mesmo as bebidas mais deliciosas que o mordomo Baco servia com mão pródiga não deixavam todos satisfeitos. Os sentidos – pelo menos seis deles – expressaram satisfação em poder contribuir para as sessões do vinho.
A animação cativava os olhares e encorajava as pessoas a dançar. O sentido do Tacto passou muito tempo bebendo goles de vinho, trocando opiniões com a Fala que ia tomando notas – tratava-se de uma dupla de escritores especializados em vinho. O sentido do Paladar estalava os lábios e mostrava expressões satisfeitas depois de engolir, olhando desdenhosamente para o sentido da Visão que segurava um copo contra a luz do sol, e do Olfacto, que fazia ruídos com alguma intensidade cheirando alguma fruta ou flor deliciosa.

Todos os sentidos estavam ocupados – com excepção de um. Esse último sentido não estava a beber e dirigiu-se a Dionísio com modos de quem vai protestar. “Eu fico sempre de fora! Toda a gente aqui obtém alguma coisa do vinho, mas eu não: como é que eu posso ouvi-lo?”. Porque se tratava do sentido da Audição.
“Claro que pode!”, disse Dionísio jovialmente. “Vai a uma adega quando o vinho estiver a ser feito; o gorgolejar, os sons das ondulações, tudo isso deverá dar-te prazer.”.
“Mas eu não posso simplesmente ficar lá!”, objectou a Audição. “Vocês todos se divertem à volta da mesa; a menos que alguém parta um copo ou caia bêbado, não há nada para mim aqui!”. Dionísio tomou um copo da bandeja de Baco, que acotovelou a Audição, que pegou outro.
“Agora ouça! Quando as pessoas se reunirem para desfrutar do vinho, elas farão isto” – e ele ergueu o copo batendo-o levemente contra o da Audição, de modo que os dois tilintaram agradavelmente. “Ouviste?”, disse o Deus do vinho. “Seja copo contra copo, caneca contra caneca, jarro contra jarro, essa é a música daqueles que gostam de vinho! Saúde!”. O sentido da Audição ficou surpreso e andou por ali batendo com o copo contra todos os outros.

Mas há erros graves que se devem e podem evitar ao fazer um brinde. Eis os mais habituais, embora o que é mais importante ao fazer um brinde, e ainda por cima com um Syrah, é a sinceridade com que é feito!

  • Jamais bata na taça para chamar a atenção de todos. É deselegante.
  • Se estivermos a ser brindados, devemos primeiro ouvir e só depois agradecer.
  • Não colocar nunca a mão na taça e muito menos beber durante o brinde – é considerado falta de respeito.
  • O brinde nunca deve ser lido, mas dito de improviso. Se tem receio que a memória o possa atraiçoar, deve fazer um brinde breve.
  • Aliás, um brinde deve mesmo ser curto, apenas o suficiente para conter a homenagem e breve na medida certa para assegurar o divertimento.
  • Nunca brindar à sua própria saúde!
  • Retribua o brinde se for brindado pelo anfitrião.
  • Só pode fazer um brinde se a sua bebida for alcoólica e de preferência Syrah, pois claro.
  • Qualquer outra bebida não alcoólica não serve. De boas intenções está o mundo cheio…
  • Pode brindar a mais de uma pessoa. A toda a família ou a toda a sua equipa, por exemplo.
  • Não seja o primeiro a tomar a dianteira. O anfitrião deve ser o primeiro a fazer o brinde.

Dito isto um brinde à saúde de todos, se possível com um Syrah português topo de gama… e já agora mais um brinde agradecido a todos os que fazem Syrah em Portugal!