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Syrah e cognição

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Não acredite em tudo o que ouça. Se isto é verdade para o dia a dia então terá que ser verdade também para o syrah… estamos de acordo?

Como o leitor sabe nós aqui falamos de syrah, mas muito do que dizemos sobre a nossa casta favorita também pode ser correcto para o vinho tinto em geral. É o caso!

Os mitos sobre o vinho são quase tantos quanto as lendas urbanas…

Vamos aqui reflectir sobre um desses mitos:

“O álcool destrói as células do cérebro”

Muitos abstémios defendem esta tese quase como um dogma. Trata-se de um mito, dizemos nós! Na realidade, existem pesquisas que associam o consumo moderado de vinho a um aumento da nossa capacidade cognitiva.

Os efeitos negativos do consumo abusivo de álcool sobre a nossa capacidade cognitiva estão muito bem documentados, e servem de alerta para que se evite qualquer tipo de exagero, sempre!

Contudo, sabe-se que o resveratrol é um alimento funcional, ou seja, é um ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta habitual, produz efeitos benéficos à saúde. Tema já tratado aqui e aqui.

E existe um crescente interesse pelo estudo do potencial dos alimentos funcionais para a cognição, incluindo o resveratrol presente no vinho tinto.

Cognição é um processo mental que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento, linguagem e acção.

Alguns cientistas, interessados no tema, pesquisaram o impacto do consumo do vinho sobre a capacidade cognitiva de indivíduos mais velhos, já que a idade é o factor de risco mais importante para o comprometimento cognitivo.

Esse estudo foi apresentado na Conferência WineHealth 2013: International Wine and Health Conference, que aconteceu na Austrália, sob o patrocínio da OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho).

Os investigadores contaram com 16 voluntários, com média de idade de 70 anos, que se submeteram a testes de cognição após o consumo de 100 ml de vinho tinto, em duas ocasiões, com duas versões: “normal” e enriquecido com resveratrol.

O que se observou, nesse estudo, foi um aumento significativo de desempenho dos voluntários nos testes.

Concluíram assim os cientistas que esses resultados de melhor performance são reflexo de um aumento do fluxo sanguíneo, causado pelo resveratrol, e dos efeitos estimulantes do álcool em baixas quantidades.

Mas esse é um estudo inicial, que merece mais aprofundamento. Os cientistas sinalizam a necessidade de repetir tal pesquisa utilizando uma amostra maior, e um grupo de controle que consuma, por exemplo, vinho sem álcool.

Esperamos que a continuidade desse estudo aconteça em breve, e com mais boas notícias para os apreciadores de syrah.

É muito bom saber que a ciência se interessa cada vez mais sobre o sumo de uva…!


 

Os antioxidantes e o Syrah

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Os antioxidantes têm sido notícia nos últimos anos, com pesquisas continuando a provar os benefícios poderosos destas moléculas protectoras.

Igualmente os antioxidantes do vinho também têm recebido uma grande dose de atenção. Um a dois copos de vinho por dia fortificam o coração, e estudos recentes indicam ainda que pode ajudar a combater o cancro. Mas será que um tipo específico de vinho oferece mais benefícios para a saúde que outros? Qual é o melhor tipo de vinho a beber para aproveitar esses benefícios tão importantes?

Os antioxidantes encontrados no vinho são classificados como polifenóis, flavonóides e não-flavonóides. Entre os mais poderosos desses antioxidantes está o resveratrol, como já tivemos oportunidade de falar aqui, amplamente anunciado como uma substância anti-envelhecimento, só possível de encontrar em dois alimentos, a uva e os amendoins, bem como a quercetina e compostos chamados catequinas. A quercetina mostra a promessa em estudos como um agente contra o cancro e, em geral, estes antioxidantes mostram-se ainda mais poderosos do que as vitaminas A, C e E, as vitaminas antioxidantes mais eficazes. Os antioxidantes do vinho são encontrados na casca da uva. Portanto, os vinhos tintos transportam a maior quantidade destes antioxidantes. Vinhos brancos terão uma concentração muito menor, já que a casca da uva é retirada para criar a cor clara e branca dos vinhos mais leves. O suco de uva também fornece uma dose saudável de tais substâncias. Em geral, quanto mais escuro o vinho tinto, mais concentrado é o teor antioxidante. Outros vinhos de fruta também podem conter antioxidantes, como por exemplo o vinho de romã.

Então, o que fazem exactamente os antioxidantes? Em geral, eles lutam contra os radicais livres, substâncias que contribuem para o colapso das células do corpo ao longo do tempo.

Simplificando, as células do corpo sofrem oxidação, semelhante ao processo que ocorre quando o metal enferruja. Esta oxidação ocorre como um efeito colateral natural quando as células fazem o seu trabalho diário de produção de energia, quando sintetizam os alimentos que comemos.

Os antioxidantes retardam esse processo de oxidação. Da mesma forma, eles podem retardar ou parar os processos que ocorrem dentro das células que podem levar ao cancro. Eles até parecem desacelerar o processo de envelhecimento em geral, ganhando reputação como “fonte da juventude”.

Antioxidantes também ajudam a relaxar os vasos sanguíneos, contribuindo para a saúde cardiovascular em geral, reduzem a coagulação que pode levar a acidentes vasculares cerebrais ou ataques cardíacos, e previnem o chamado colesterol “ruim“. Todas estas funções reduzem o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral e evidências adicionais sugerem que eles podem ajudar a combater outros distúrbios relacionados com a idade, tais como demência e doença de Alzheimer.

Alguns dos benefícios de saúde do vinho parecem estar relacionados directamente com o teor de álcool, em vez dos antioxidantes disponíveis. O álcool fornece benefícios cardiovasculares e pode mesmo ajudar a activar a função antioxidante do vinho.

Contudo, isto não significa que mais vinho é melhor. Um único copo de vinho tinto durante o jantar é suficiente para oferecer benefícios de saúde. Muito álcool pode ter efeitos prejudiciais sobre o corpo, incluindo danos no fígado, e álcool nas grávidas, como é óbvio, é muito perigoso para o feto em desenvolvimento.

O resveratrol, essa maravilhosa substância pode ser sintetizada, e em vários países, onde revelou um apreciável sucesso, ela é vendida sob a forma de comprimidos. Mas a posologia não está ainda devidamente esclarecida e, além disso, não há nada melhor do que o natural. O vinho, tal como os amendoins, contém quantidades adaptadas de resveratrol, associadas a outras moléculas que, com ele, se conjugam em perfeito equilíbrio.

O efeito do resveratrol foi também cientificamente comprovado na protecção contra o desenvolvimento de células cancerosas no organismo humano. Os investigadores descobriram que graças ao seu grande poder antioxidante pode inibir o aparecimento e o desenvolvimento dos tumores cancerosos. Sabe-se hoje que esta acção inibidora se deve ao facto de anular o efeito de uma proteína, a NK-K B que protege as células cancerosas e que lhes permite resistirem e sobreviverem à acção da quimioterapia. O resveratrol neutraliza a acção dessa proteína e faz com que os tratamentos quimioterápicos possam ser mais eficazes.

Está provado que o consumo moderado do vinho tinto reduz a incidência dos cancros do tubo digestivo e da boca. Pelo contrário o consumo de licores e de outras bebidas espirituosas aumenta a incidência desses e de outros cancros.

Syrah pode produzir vinhos mais ricos em Resveratrol

Pesquisas feitas no Instituto de Investigação e Formação Agrária e Pesqueira da Andaluzia, em Espanha, obtiveram um vinho com alto conteúdo de resveratrol, após submeter as uvas a irradiação ultravioleta. Segundo o comunicado emitido pelo Instituto, e que se pode encontrar na Food Chemistry durante o processo de elaboração destes vinhos, produziu-se uma extracção de 60% do conteúdo de resveratrol das uvas, durante a fermentação alcoólica. Durante os três anos de pesquisa, foram feitas modificações das técnicas de vinificação tradicional para que fosse obtida uma melhoria na extracção do composto, mantendo-se, naturalmente, as características organolépticas durante todo o processo de vinificação. O trabalho aponta a casta internacional Syrah, assim como a autóctone andaluz Jaén, como matéria prima de excelente qualidade para a elaboração de vinhos tintos enriquecidos.

Citando o seu mestre Sócrates, Platão diz-nos que “O syrah molha e tempera os espíritos e acalma as preocupações da mente… Reaviva as nossas alegrias e é o óleo para a chama da vida que se apaga. Se beber moderadamente em pequenos goles de cada vez, o vinho gotejará nos pulmões como o mais doce orvalho da manhã… Assim, então, o vinho não viola a razão, mas sim nos convida gentilmente a uma agradável alegria.” É isso que temos estado a dizer desde o princípio deste texto.

Finalmente e para concluir uma chamada de atenção. Não se deve consumir vinhos de fraca qualidade! Consuma moderadamente vinhos tintos de boas marcas e de preferência syrah. Os vinhos tintos baratos podem ser vinhos artificiais, fabricados com álcool, corantes e água. São vinhos prejudiciais à saúde! Se só tiver esses disponíveis, então é preferível beber água!


 

O Syrah e o Resveratrol

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As uvas pretas e o vinho tinto são ricos em resveratrol, como já havíamos dito antes, uma substância da família dos polifenóis, que se encontra, bem guardada, na pele e nas grainhas das uvas pretas. Hoje vamos desenvolver um pouco mais este tema.
O hábito alimentar de ingestão de uvas pretas, de sumo de uva preta e o consumo regular moderado de vinho tinto está associado a numerosos benefícios de saúde atribuídos, não só mas maioritariamente, ao seu conteúdo em resveratrol. O syrah é das uvas pretas a que tem maior quantidade desta substância.
O resveratrol previne as doenças do sistema cardiovascular, enfartes do miocárdio, insuficiência coronária e acidentes vasculares cerebrais, melhora os sintomas e equilibra o metabolismo da diabetes, contraria a obesidade, previne as doenças neurológicas degenerativas, tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias e aumenta a esperança de vida.

A investigação científica é muito abundante, e evidencia os efeitos benéficos do resveratrol:

Protector cardiovascular
Diminui a oxidação lipídica do colesterol LDL, diminuindo assim o risco de aterosclerose
Aumenta a resistência vascular aos efeitos da oxidação protegendo o sistema cardiovascular dos radicais livres de oxigénio
Diminui a proliferação vascular das células musculares lisas da parede das artérias prevenindo a aterosclerose
Estimula a síntese endotelial do oxido nítrico , que lhe confere um benéfico efeito vasodilatador
Inibe a agregação das plaquetas prevenindo acidentes trombóticos.

Efeito antioxidante
O resveratrol tem um potente efeito antioxidante generalizado, protegendo os vários sistemas orgânicos do stress oxidativo, embora o seu efeito antioxidante seja especialmente marcado no sistema cardiovascular.

Na diabetes
Diminui alguns dos sintomas da diabetes, como a perda de peso, a fome e a sedes excessivas
Facilita a diminuição a resistência à insulina
Diminui a perda de memória e melhora a função cognitiva.

No controlo da obesidade
A suplementação com resveratrol facilita o equilíbrio lipídico e a regularização metabólica contribuindo igualmente para baixar a pressão arterial.

Protecção Cerebral
O resveratrol pode diminuir a formação das placas beta-amiloides características da doença de Alzheimer e de outras doenças degenerativas neurológicas.

Efeito anti-inflamatório
O resveratrol diminui a sensação de dor tanto na inflamação aguda como na inflamação crónica
Diminui os sintomas de inflamação diminuindo a produção de oxido nítrico evitando assim uma vasodilatação
Pode proteger a cartilagem e diminuir os sinais inflamatórios em alguns casos de artrite.

Aumento da esperança de vida
A experimentação laboratorial com resveratrol mostrou aumentar a esperança de vida e diminui os sinais de envelhecimento mas o seu mecanismo de acção está, actualmente, envolto em controvérsia.

Para além das uvas pretas e seus derivados, o resveratrol existe em várias espécies vegetais, sendo de realçar, pela sua elevada concentração, a hortaliça, sobretudo as azedas, e a raiz da planta japonesa: a fallopia japonica. A produção industrial síntese de resveratrol é também possível através vários de tipos de biotecnologia.
O resveratrol integra com muita frequência a composição de múltiplos suplementos
nutricionais que visam a melhoria da capacidade anti-oxidante ou a protecção cardiovascular.

Não há efeitos adversos conhecidos. Não há unanimidade quanto à dose diária ideal.
O consumo de uvas pretas, de sumo de uva preta e de vinho tinto é dos segredos de vitalidade e longevidade dos povos da bacia do mediterrâneo.
Investigadores da Universidade de Harvard consideram que o resveratrol é a maior descoberta da medicina depois da penicilina.
Para muitos será a verdadeira fonte da juventude. Alguns estudos apontam a possibilidade do ser humano ganhar com a toma diária de resveratrol um ano a mais em cada dez anos de vida e com o máximo de qualidade.

Os textos científicos sobre o resveratrol crescem diariamente e os estudos também. A este propósito convém ter presente o célebre “paradoxo francês” e que consiste no seguinte, e que tem entusiasmado muitos cientistas: como é que o povo francês pode fumar tanto e comer tantos alimentos ricos em gordura, mas ainda assim ter uma taxa de cancro e doenças cardio-vasculares das mais baixas do mundo? Existe até uma frase bem francesa: Il est mort parce qu’il ne prenait pas de vin rouge (morreu porque não tomava vinho tinto).

Até há algum tempo, os cientistas acreditavam que beber vinho tinto trazia benefícios para a saúde mas não podiam colocar o seu prestígio em jogo, pois não sabiam com exactidão o porquê…
Agora, há dados suficientes que os podem levar a acreditar que o resveratrol do vinho tinto activa as células do nosso corpo mantendo-as mais jovens.

E isto leva-nos, e para acabar esta pequena digressão, a recuar no tempo e citar o velho Hipócrates“O vinho é uma bebida substancialmente maravilhosa e apropriada ao homem, na saúde e na doença, se o administrarmos na justa medida, segundo a constituição de cada um.”


 

Os benefícios do Syrah

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Os antioxidantes são necessários ao nosso corpo para prevenir ou retardar a oxidação através da captura dos chamados radicais livres que nos são prejudiciais. O vinho tinto é importante neste aspecto porque contém quantidades apreciáveis de antioxidantes, o mesmo não se podendo dizer do vinho branco.

A uva Syrah contém grande quantidade de antioxidantes que trabalham para eliminar a oxidação através da eliminação de eventuais intermediários de radicais livres.

Isto previne o aparecimento de doenças e ajuda a reparar os danos celulares. A oxidação é ligada a várias doenças, como fadiga crónica, aterosclerose, insuficiência cardíaca e doença de Parkinson.

O Syrah como bebida contém um ingrediente benéfico chamado resveratrol, que tem inúmeros benefícios para os seres humanos. Em experiências com ratos são constantemente relatados o poder anti-inflamatório, anti-cancerígeno, redução de açúcar no sangue e outros impactos cardiovasculares importantes do resveratrol.

O resveratrol é encontrado principalmente no interior da pele da maioria das uvas vermelhas. Uvas produzidas em clima fresco têm um maior nível de resveratrol em comparação com aquelas vindas de um clima quente. O syrah está entre as variedades de uva que contêm as maiores quantidades de resveratrol.

Agora já sabe o que comprar quando quiser um vinho que além de especial é também particularmente saudável. Além de se deliciar com o sabor agradável e único do syrah, vai beneficiar de tudo o que lhe revelamos neste texto.

Mas há uma coisa que nunca podemos esquecer: uma taça de syrah, por extraordinário que este seja, continua a ser uma bebida com álcool e o álcool deve ser bebido sempre com moderação. Só assim é que os benefícios que relatámos vêm ao de cima.

Recordamos aquela velha história que se usa para justificar o injustificável e que consiste em alguém questionar um amigo por estar a beber por um copo enorme onde cabe o vinho de duas ou três garrafas. O amigo responde:
-É que o médico proibiu-me terminantemente de beber mais de um copo a cada refeição!


 

Syrah de outras regiões (25)

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Hoje apresentamos a última lista de Syrah, que engloba todas as outras regiões vinícolas do país. E são seis: Douro, Beira Interior, Trás os Montes, Dão, Bairrada e Algarve. No total existem aqui 20 Syrah, dos quais dois esgotados, ambos da Bairrada.

Nesta lista temos, segundo a nossa opinião, alguns dos melhores Syrah do país, como por exemplo, a Quinta da Caldeirinha da Beira Interior, ou o Quinta da Romaneira do Douro, por sinal ambos já por nós analisados, até ao algarvio Quinta do Francês, que brevemente merecerá a atenção devida, já que se trata de algo superlativo.

Nos Syrah onde estiver mencionado mais do que um ano significa que os conhecemos, o que não quer dizer que não haja outros anos.

Douro
Labrador, 2010, 2011
Quinta da Romaneira, 2011, 2012
Crasto Superior, 2013
Quinta de Ventozelo, 2014
Quinta de Ventozelo (madeira), 2014

Beira Interior
Almeida Garrett, 2007
Quinta da Caldeirinha, 2009
Quinta dos Termos, 2009

Algarve
Barranco Longo, 2007, 2010
Herdade dos Pimenteis Reserva, 2013
Onda Nova, 2007
Quinta do Francês, 2011, 2012
Quinta da Tôr, 2013, 2014
Salira, Adega Cooperativa de Lagoa, 2005

Bairrada
Quinta do Valdoeiro, 2005, 2007, 2010
Encostas de Mouros, 2009
Quinta do Carvalhinho, 2005
(esgotado)
Rosa Brava, 2004 (esgotado)
Blaudus Rosé Syrah, Quinta de Baixo, 2006 (esgotado)
Niepoort, 2012

Trás os Montes
Quinta de Arcossó, 2011
Quinta Sobreiró de Cima, 2010
Quinta do Escairo, 2012

Dão
Quinta das Camélias, 2010
Quinta de Madre de Água, 2012


 

Syrah de Setúbal (18)

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Hoje apresentamos a lista dos syrah da Península de Setúbal, treze no total.
Como é possível verificar, dois estão esgotados, e outro só está disponível para o mercado externo, embora já tivéssemos tido oportunidade de o degustar.
As três grandes casas de vinhos de Setúbal produzem syrah de grande envergadura. Estou a referir-me à casa Ermelinda Freitas, à Bacalhoa e, naturalmente, à José Maria da Fonseca. O Só syrah da Bacalhoa deixou de ser produzido, com muita pena nossa, e desse último ano, 2008, haverá neste momento já poucas caixas ainda disponíveis…
Nesta lista, como temos vindo a fazer, apontamos todos os syrah, mesmo os já esgotados.
Onde estiver mencionado mais do que um ano significa que os conhecemos, o que não quer dizer que não haja outros anos.

Adega de Pegões, 2011
Ameias, 2009, 2010, 2013
Cascalheira, 2012
Domingos Soares Franco, 2004 (esgotado)
Domingos Soares Franco com TF, 2011
EMME, 2007, Grande Escolha (esgotado)
Ermelinda de Freitas, 2005, 2011, 2012
Fernão Pó, 2013
JP, Bacalhoa, Rosé Syrah, 2015
Lobo Novo, 2013 (mercado externo)
Quinta de Alcube, 2012
Quinta do Monte Alegre, 2011
São Filipe, 2011
Serras de Azeitão Rosé, Bacalhoa, 2015
Só Syrah Bacalhoa Setúbal, 1999, 2003, 2007, 2008
Talego, 2013
Vale dos Barris, 2011
Vinhas de Pegões, 2015